A imp
ortância da tutoria nas escolas
A tutoria está definida por lei para apoio de alunos carenciados e com famílias disfuncionais, é necessária e como muito bem retrata a Olga é residual nas nossas escolas, raramente se tem a possibilidade de requisitar horas para o efeito e quando se propõe para o aluno X, uma tutoria é de imediato referido que não existem horas.
Quando existem, em casos muito pontuais, tem-se revelado um trabalho muito positivo para orientação e crescimento pessoal do aluno, por vezes os alunos para atingirem sucesso e interesse na escola precisam apenas de ser despertados para tal, esse trabalho pertenceria à família, mas quando o aluno não tem essa família de suporte?
O professor pode utilizar os próprios alunos como tutores (par-tutor) é uma forma de aprendizagem mediada pelos pares, aprendizagem auto-regulada e supervisionada pelo professor, esta forma de interacção pode também trazer bons resultados. Eu própria já utilizei esta metodologia na sala de estudo e os resultados forma excelentes, os alunos sente-se à vontade com os colegas e percebem que os assuntos não são tão difíceis, que afinal até percebem, precisam apenas de um empurrãozinho (isto quando se trata de alunos que querem aprender, porque com os que não querem…) e o aluno tutor ainda tem mais ganhos do que o tutorado, pois consolida ainda melhor os conceitos e percebe que pode descobrir mais do que lhe é ensinado, ele próprio pode descobrir.
O Professor Tutor deveria ser prática corrente nas escolas e ter como responsabilidade contribuir para a formação integral do aluno e melhoria do seu sucesso escolar tendo em vista a integração na sociedade e no trabalho. Assim deveria articular entre o contexto de aprendizagem escolar e o profissional, de forma a permitir que o aluno adquira competências e saberes para aplicar na vida activa. Os três pilares das vias qualificantes são: sucesso escolar, reforçar a ligação entre o núcleo escolar e o núcleo empresarial, gerar emprego.
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Fernandes, Domingos (2009). Avaliação das aprendizagens em Portugal: investigao e teoria da actividade. Sísifo. Revista de Ciências da Educação, 09, pp.87100. [Consultado em 06MAI2010] em http://sisifo.fpce.ul.pt/pdfs/Revista%209%20DFernandes%20PTG.pdf sisifo.fpce.ul.pt/pdfs/Revista%209%20DFernandes%20PTG.pdf
ortância da tutoria nas escolasA tutoria está definida por lei para apoio de alunos carenciados e com famílias disfuncionais, é necessária e como muito bem retrata a Olga é residual nas nossas escolas, raramente se tem a possibilidade de requisitar horas para o efeito e quando se propõe para o aluno X, uma tutoria é de imediato referido que não existem horas.
Quando existem, em casos muito pontuais, tem-se revelado um trabalho muito positivo para orientação e crescimento pessoal do aluno, por vezes os alunos para atingirem sucesso e interesse na escola precisam apenas de ser despertados para tal, esse trabalho pertenceria à família, mas quando o aluno não tem essa família de suporte?
O professor pode utilizar os próprios alunos como tutores (par-tutor) é uma forma de aprendizagem mediada pelos pares, aprendizagem auto-regulada e supervisionada pelo professor, esta forma de interacção pode também trazer bons resultados. Eu própria já utilizei esta metodologia na sala de estudo e os resultados forma excelentes, os alunos sente-se à vontade com os colegas e percebem que os assuntos não são tão difíceis, que afinal até percebem, precisam apenas de um empurrãozinho (isto quando se trata de alunos que querem aprender, porque com os que não querem…) e o aluno tutor ainda tem mais ganhos do que o tutorado, pois consolida ainda melhor os conceitos e percebe que pode descobrir mais do que lhe é ensinado, ele próprio pode descobrir.
O Professor Tutor deveria ser prática corrente nas escolas e ter como responsabilidade contribuir para a formação integral do aluno e melhoria do seu sucesso escolar tendo em vista a integração na sociedade e no trabalho. Assim deveria articular entre o contexto de aprendizagem escolar e o profissional, de forma a permitir que o aluno adquira competências e saberes para aplicar na vida activa. Os três pilares das vias qualificantes são: sucesso escolar, reforçar a ligação entre o núcleo escolar e o núcleo empresarial, gerar emprego.
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Fernandes, Domingos (2009). Avaliação das aprendizagens em Portugal: investigao e teoria da actividade. Sísifo. Revista de Ciências da Educação, 09, pp.87100. [Consultado em 06MAI2010] em http://sisifo.fpce.ul.pt/pdfs/Revista%209%20DFernandes%20PTG.pdf sisifo.fpce.ul.pt/pdfs/Revista%209%20DFernandes%20PTG.pdf
Reflexão sobre a importância da tutoria nas nossas escolas
O Decreto Regulamentar n.º 10/99, de 21 de Julho, prevê a tutoria como uma estratégia/acção para ultrapassar o insucesso ou abandono escolar dos alunos. A tutoria dá função de tutor a um professor, permitindo-lhe autonomia de acção, perante as dificuldades/necessidades de um ou mais alunos e fazendo intervir ainda mais os encarregados de educação, bem como pedindo a colaboração da restante comunidade educativa.
A nível nacional, há casos de estabelecimentos escolares que levaram a cabo a tutoria, englobando-a no seu Regimento Interno, tendo como um dos exemplos a Escola Secundária de Odivelas.
Neste sentido, a escola referida elaborou um Plano de Acção Tutorial (PAT), com a finalidade de resolver problemas de aprendizagem, garantir a sua integração e promover atitudes de civismo evitando situações de conflito entre alunos.
O papel do professor tutor foi definido a partir de determinadas intenções fundamentais:
Promoção de boas relações entre escola-família, professor/alunos;
Mediação de situações de conflito;
Criação de um ambiente de aprendizagem proporcionador de experiências enriquecedoras, a fim de tornar os alunos responsáveis e autónomos;
Procura de soluções em agentes externos/comunidade.
As actividades deveriam ser realizadas com alunos (Ex. Assembleia de Turma, actividades de índole cívica), com encarregados de educação (ex. Reuniões e Sessões de Esclarecimento) e com os professores (Ex. Diagnóstico das características dos alunos e Planificação de actividades conjuntas), definindo-se tempos para as mesmas.
Em conformidade com Ramirez et al (sd), têm sido realizados estudo de campo acerca da tutoria, da forma como é implementada e dos resultados obtidos.
Teve-se em conta:
a opinião dos alunos face a esta acção;
a relação entre professor e tutor;
o facto dos professores se preocuparem mais com os conteúdos a dar do que com os interesses e necessidades dos alunos.
Foram realizados inquéritos, entrevistas e registos diversificados.
Este trabalho de campo constitui-se frutífero, pois contribuiu para um melhor conhecimento acerca dos alunos e dos professores, das suas dificuldades e anseios, da forma como encaram o seu papel na escola e o que gostariam de mudar para torná-la melhor, criando condições favoráveis para as aprendizagens.
O Decreto Regulamentar n.º 10/99, de 21 de Julho, prevê a tutoria como uma estratégia/acção para ultrapassar o insucesso ou abandono escolar dos alunos. A tutoria dá função de tutor a um professor, permitindo-lhe autonomia de acção, perante as dificuldades/necessidades de um ou mais alunos e fazendo intervir ainda mais os encarregados de educação, bem como pedindo a colaboração da restante comunidade educativa.
A nível nacional, há casos de estabelecimentos escolares que levaram a cabo a tutoria, englobando-a no seu Regimento Interno, tendo como um dos exemplos a Escola Secundária de Odivelas.
Neste sentido, a escola referida elaborou um Plano de Acção Tutorial (PAT), com a finalidade de resolver problemas de aprendizagem, garantir a sua integração e promover atitudes de civismo evitando situações de conflito entre alunos.
O papel do professor tutor foi definido a partir de determinadas intenções fundamentais:
Promoção de boas relações entre escola-família, professor/alunos;
Mediação de situações de conflito;
Criação de um ambiente de aprendizagem proporcionador de experiências enriquecedoras, a fim de tornar os alunos responsáveis e autónomos;
Procura de soluções em agentes externos/comunidade.
As actividades deveriam ser realizadas com alunos (Ex. Assembleia de Turma, actividades de índole cívica), com encarregados de educação (ex. Reuniões e Sessões de Esclarecimento) e com os professores (Ex. Diagnóstico das características dos alunos e Planificação de actividades conjuntas), definindo-se tempos para as mesmas.
Em conformidade com Ramirez et al (sd), têm sido realizados estudo de campo acerca da tutoria, da forma como é implementada e dos resultados obtidos.
Teve-se em conta:
a opinião dos alunos face a esta acção;
a relação entre professor e tutor;
o facto dos professores se preocuparem mais com os conteúdos a dar do que com os interesses e necessidades dos alunos.
Foram realizados inquéritos, entrevistas e registos diversificados.
Este trabalho de campo constitui-se frutífero, pois contribuiu para um melhor conhecimento acerca dos alunos e dos professores, das suas dificuldades e anseios, da forma como encaram o seu papel na escola e o que gostariam de mudar para torná-la melhor, criando condições favoráveis para as aprendizagens.
É necessário refletir sobre a prática pedagógica para realizar uma aprendizagem real e significativa.
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